segunda-feira, 23 de março de 2015

ARTE LINDA E SUSTENTÁVEL!



Você conhece a técnica de reciclar filtro de café?

Utilizar filtros de café usados, um material que para todas as pessoas à sua volta era apenas lixo, como matéria-prima para produção de luminárias, biombos, molduras e outros objetos de decoração, fez de Rosely Ferraiol a criadora da “Arte com Filtro de Café”.
Com essa ideia simples, inspirada na estética japonesa conhecida como Wabi-Sabi, a artesã está há mais de quinze anos vendendo suas peças. Estima-se que com sua ação são retirados do nosso planeta, em média, 30 mil filtros por mês.
Além do trabalho artístico sustentável, Rosely compartilha sua arte com a responsabilidade da inclusão social. Apostando numa produção que tem como critério básico o respeito ao meio ambiente, filtros novos são doados em escolas e comunidades carentes e posteriormente recolhidos.
Esse trabalho permite a conscientização do indivíduo e da criança, despertando neles a arte de preservar através do reaproveitamento, tornando-os seres humanos responsáveis e mais genuínos.
Hoje, Rosely é uma das artesãs mais requisitadas em revistas especializadas e programas de televisão para divulgar seu trabalho artístico e falar sobre responsabilidade socioambiental.
A Casa da Boneca conheceu o trabalho da artista por meio da publicação da Editora Minuano, a Revista “Make”. Por ser uma referência para a arte e design de bem viver e explorar as técnicas manuais com muita beleza, somos assinantes da publicação.
Em certa edição, nos deparamos com a técnica em peças de Natal. Não pensamos duas vezes para começar a criar produtos dessa forma, já que estamos inseridos na Rota do Café e o material tinha tudo a ver com nosso ramo de negócio.
Assim, foram nascendo as flores, marcadores de página, garrafas decorativas, sinos de Natal, dentre outras peças, pelas mãos da nossa talentosa funcionária Karine Pinto. Enquanto trabalhou na Casa da Boneca, Karine deu vida a esses produtos, ensinou a técnica na escola do filho, reciclou móveis em casa e agora doa parte de seu tempo ensinando a arte na Casa de Apoio Madre Leônia. Uma entidade que realiza atividades assistenciais, psicológicas e sociais à população carente dos municípios do Paraná e de todo o Brasil que vem até Londrina para a realização de tratamentos de câncer nos hospitais do município.
Karine não trabalha mais conosco, foi se dedicar à sua grande paixão que é a fotografia, mas a técnica continua sendo ensinada aos novos funcionários para que os clientes tenham acesso a mais uma obra de arte que valoriza a sustentabilidade.

Veja quantas possibilidades há para o filtro de café usado!
Lembrança de aniversário com caixa de leite e filtro de café
Flor de filtro de café
Embalagem de leite revestida
Banco revestido de filtro de café
Copinho de sobremesa revestido
Garrafa revestida
Flores de filtro de café
Flores de filtro de café 
Marcador de livro
Ovos de Páscoa revestidos
Ovos de Páscoa revestidos
Banco e garrafa revestidos

Você encontra estas delicadezas na Casa da Boneca Arte&Decoração, em Londrina\PR.
Acesse e conheça mais!

quarta-feira, 11 de março de 2015

Turistas alemães visitam a Rota do Café

A Alemanha é o país que mais processa (torrefação, distribuição e marketing) café no mundo, mesmo não plantando um único pé. O consumo anual por habitante gira em torno de 6 a 7 kg de café o que equivale a 160 litros, de todas as formas de preparo (expresso, solúvel, cápsulas, sachês e outros). Muitas pessoas pensam que a cerveja é a bebida preferida do alemão, mas é o café que predomina!
Durante dois dias um grupo de alemães visitou o Norte do Paraná em busca de conhecimento sobre a história, o cultivo e a comercialização do café.

O roteiro elaborado pela agência londrinense Redon do Brasil, acompanhados pela guia Angélica Rosenthal, começou com uma visita à corretora de café A Rural, onde conheceram as regras da degustação, classificação e comercialização do café. Tiveram a oportunidade de acompanhar o trabalho dos provadores ao avaliar a bebida.
Em seguida foram ao Museu Histórico de Londrina, entender a relação da cidade com o grão, do ponto de vista histórico ao cotidiano das pessoas.
No distrito da Warta, terminaram o dia com uma visita à uma fábrica que processa café, onde  tiveram contato com os setores de torrefação, moagem e empacotamento. No laboratório participaram da determinação da umidade e cor do café.
Na manhã seguinte, logo cedo, a curiosidade os levou para uma lavoura de café, na Fazenda Palmeira, em Santa Mariana. Queriam saber como se cultiva a planta, quais são as alegrias e dificuldades do produtor, como funciona uma colhedora de café. Vivenciaram de perto uma "roça"de café!







Subindo na figueira se vê mais longe...










             
E para fechar com chave de ouro os dois dias ricos em informações, assistiram em Londrina à uma apresentação de alunos da Escola de Música Sol Maior, um projeto social dirigido pelo violinista Roney Marczak. 
                                                

"Ficamos impressionados de como é longo o caminho do grão até o consumidor final" , foi a observação de um dos integrantes do grupo. 
Quando tomarem café de agora em diante, lá longe na Alemanha, lembrarão das inúmeras pessoas envolvidas na produção de uma bebida que nos diz toda manhã: "Bom dia!"


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